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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

TUDO POR UM BEIJO

JANET DAYLE

Quando Elizabeth conheceu Jed Carrel, seu cunhado, sentiu antipatia imediata, achando-o impetuoso e arrogante. Mas, quando Jed lhe deu o beijo de boas vindas, que deveria ser casto e fraternal, sentiu como se um vulcão despertasse dentro dela, fazendo seu corpo ansiar de amor e desejo pelo cunhado! Ele partiu imediatamente e foi viver sua própria vida no exterior, ficando ausente pro alguns anos. Só voltou quando Elizabeth ficou viúva... Por que teria voltado? Para lhe dar o amor há tanto tempo esperado? Ou para acusá-la de traição ao marido?





CAPÍTULO 1



Elizabeth Carrel entrou em casa com uma raquete de tênis sob o braço. Era outro dia quente de agosto. O calor e o esforço a tinham deixado exausta, e por isso se encostou, cansada, na porta de madeira.
— É você, Elizabeth? A voz feminina e madura tinha um tom autoritário.
Tirando o cabelo preto e grosso do rosto, Elizabeth afastou-se da porta, andando com seus tênis pelos ladrilhos do hall.
— Sim, Rebecca — respondeu ela, sem olhar-se no antigo espelho que estava pendurado na parede do hall.
Na porta da sala, seus olhos verdes fixaram-se na mulher sofisticada e elegante que estava ali. O cabelo grisalho bem cortado brilhava sob o chapéu de verão, enfeitado de flores azuis, em combinação perfeita com o vestido azul-claro de flores opacas, bem talhado, para mostrar a figura magra da mulher mais idosa. Um broche de ametista e safiras era a única jóia que ela usava. Uma bolsa bege, que combinava com os sapatos, estava sobre a mesa de carvalho.
— Pensei que você já tivesse saído para o almoço — comentou Elizabeth.
— Já devia ter ido — respondeu Rebecca Carrel. A voz suave trazia um tom de censura. — Mas mandei sua filha para o quarto, para se arrumar para a aula de música, e até agora ela não desceu. Talvez fosse melhor você ver o que ela está fazendo. 
Elizabeth sorriu para a sogra.
— Sim, eu vou ver.
A escada que levava ao andar superior começava no hall. Seus tênis quase não faziam barulho nos degraus de madeira, que ainda brilhavam. Na porta do quarto da filha, Elizabeth parou e bateu. A ação trouxe um curioso sorriso aos seus lábios. Não pela relutância de entrar no quarto de Amy sem permissão, mas por causa do silêncio exigido pela atmosfera formal da casa. Depois de ouvir a voz dentro do quarto, ela entrou.
Havia compreensão em seus olhos quando Elizabeth olhou para a figura que estava à janela. Percebeu um ar de revolta naquela figura.
— Olá, Amy.
Ela se virou, ao ouvir a voz da mãe, mostrando desagrado nos olhos castanhos.
— Mamãe, eu preciso ir à aula hoje? Não posso faltar ao menos uma vez? Se eu estivesse doente, você não me obrigaria a ir.
Seu impulso foi de concordar, mas Elizabeth entrou no quarto em silêncio. Sua filha já era muito rebelde para que lhe desse motivos para briga.
— Acho que é melhor você ir à aula hoje. Haverá outros dias em que você precisará faltar, por termos algo mais importante para fazer — explicou.
— Tenho certeza — disse Amy, abertamente.
— Sua avó está esperando lá embaixo.
— Eu sei. — Ela concordou, com um sorriso forçado. — Eu odeio essas aulas, mamãe! A sra. Banks me obriga a fazer a mesma coisa milhares de vezes e eu odeio isso. Além disso, lá é tão quente!
— Pensei que você tinha me dito que gostava de tocar piano — disse Elizabeth suavemente, com um sorriso nos lábios, ao ver a violência na voz da filha.
— Eu gosto de tocar piano, mas não gosto das aulas e de ficar praticando aquelas escalas estúpidas!
— Para tocar, você tem que estudar.
— Ah, mamãe — suspirou Amy.
A melhora no humor de Amy era sinal de que ela concordava. Desta vez Elizabeth não reteve o sorriso e deixou o calor de seu amor mostrar-se, através de um carinho no rosto da filha.
— É melhor você pegar seus livros e descer, ou sua avó se atrasará para o almoço — disse delicadamente.
— Quanto mais depressa eu for, mais depressa poderei sair. — Amy suspirou novamente, demonstrando resignação.
— Que entusiasmo! — Elizabeth riu e beijou a testa da filha, antes de apontar em direção à porta.
Não desceu com Amy, mas permaneceu no corredor, perto da porta do quarto, olhando a filha descer as escadas de modo jovial. Ela era uma linda criança e se tornaria uma mulher ainda mais bonita. Inconscientemente, Elizabeth ficou feliz, ao sentir que aquela figura encantadora tinha saído de sua carne e sangue. Há muito tempo tinha parado de pensar no pai de Amy, e em sua participação naquela criação.
Quando entrou em seu quarto, o porta-retratos sobre a penteadeira relembrou-a. O homem da fotografia era como um estranho para ela. O casamento deles havia durado muito pouco tempo, porque ele tinha morrido em um acidente de carro. Na época, ela não sabia que estava grávida de Amy. Era difícil lembrar-se de que tinha sido casada, tendo tudo durado tão pouco!
Claro, ela havia sido casada com Jeremy Carrel, ou não estaria morando com a família dele hoje. Amy parecia-se com o pai: tinha o cabelo castanho-escuro e os olhos da mesma cor, mas suas atitudes e sua personalidade eram totalmente diferentes das dele. Jeremy, que nunca fora mimado, havia aceitado o papel que sua família tinha na comunidade, na sociedade, nos negócios e na liderança. Quando Elizabeth se casou com ele, estava marcando passo e se preparando para o dia em que assumiria a firma de advocacia da família. Ele nunca tinha resistido aos laços invisíveis do socialmente aceitável, como Amy fazia. Nunca fazia nada em excesso, somente o que fosse aceitável.
Afastando os olhos da fotografia, Elizabeth se viu no enorme espelho que ficava num dos cantos do quarto. Os tênis brancos acentuavam a cor bronzeada de suas pernas; seus quadris arredondados terminavam em uma cintura fina, e então havia a linha curva que chegava até os seios. Ela não precisava ver seu reflexo para dizer a si mesma que era uma mulher bonita, e que não aparentava ter idade suficiente para ter uma filha de oito anos.
Talvez, pensou Elizabeth quando se afastou do espelho para retirar o uniforme de jogar tênis, a teimosia de Amy viesse da determinação inabalável do pai. E dela também, que simplesmente não tinha sido capaz de conduzir os impulsos e a energia de Amy para algo mais construtivo. As revoltas pareciam ter aumentado no último ano. Elizabeth imaginou se a causa não seria a falta de uma figura masculina na vida da filha.
O avô de Amy, pai de Jerry, tinha falecido cedo demais, de um ataque do coração, há quase dois anos. Apesar de terem vivido na mesma casa, ele nunca passava muito tempo com Amy. Tampouco Amy tinha demonstrado alguma grande afeição pelo avô. Mas às vezes Elizabeth achava difícil saber o que se passava na mente da filha.
Hesitando na frente da porta aberta do armário, Elizabeth afastou a idéia de se vestir e pegou seu caftan de algodão. Ele seria muito mais confortável para um dia de calor como aquele.
Embaixo outra vez, foi para a cozinha, preparar um copo de limonada gelada. Já havia tomado um lanche com sua amiga e parceira de tênis, Bárbara Hopkins. Além disso, com a casa em silêncio, era a hora perfeita para ler as peças que o grupo local de teatro iria apresentar naquela estação.
Apesar de por muito tempo não ter havido um Carrel na comunidade dos negócios, Rebecca Carrel não havia abandonado a liderança em outras áreas. Elizabeth tinha a impressão de que, agora que o sogro havia falecido, a sogra tinha passado a ser o centro das atenções, estando feliz em não precisar mais dividi-las com o marido. Desde cedo percebeu o quão devotada Rebecca era — sempre a esposa perfeita, a companheira perfeita e a confidente perfeita, enquanto mantinha sua própria posição social, evitando brigas.
Rebecca Carrel era excelente em matéria de organização e Elizabeth tinha aprendido muito com ela. Agora desempenhava um papel ativo nos clubes sociais da comunidade. Era uma Carrel. Sua vida era repleta, a ponto de não ter um momento vazio. Talvez este fosse o motivo por que nunca sentira falta de Jerry, como tinha imaginado que sentiria. No início, Rebecca não lhe tinha dado tempo para lastimar-se, apesar de Elizabeth sentir-se mais chocada que triste. Então veio Amy. E agora... bem, agora havia o presente.
Quando entrou na sala de estar, Elizabeth parou e, com um sorriso, foi até o piano. Correu os dedos suavemente sobre as teclas de marfim, lembrando de sua própria revolta quando jovem, ao ter que aprender as escalas. Amy parecia ter aptidão para o piano, demonstrando uma alegria similar à que Elizabeth havia conhecido. Ela nunca tinha forçado Amy a estudar piano.
Colocando o copo de limonada em cima do piano, começou a experimentar a melodia de uma canção. Mais lembranças ocuparam sua mente, enquanto tocava habilidosamente. Tinha conhecido Jerry em um recital de piano. Ele tinha ido com os pais e eles foram apresentados pela primeira vez na recepção que se seguiu ao recital.
Não que Elizabeth não soubesse quem ele era o tempo todo. Ela duvidava que alguém no país não conhecesse Jeremy Carrel. Quase todo mundo tinha desistido de esperar que ele se casasse com uma garota do local. Quando ela viu aquela luz admirável nos olhos dele, soube que havia esperança. Elizabeth percebeu que, se fizesse o jogo certo, conseguiria agarrar o mais famoso advogado da cidade. E, na verdade, foi o que ela planejou fazer. Foi terrivelmente fácil apaixonar-se por Jerry!
Mary Ellen Simmons, a tia que havia criado Elizabeth depois do falecimento de seus pais, quando ela estava com onze anos, não aprovou o casamento. Ela insistia que, com dezessete anos, Elizabeth não podia saber o que realmente queria, para passar o resto de sua vida com Jerry Carrel. Temia que sua sobrinha estivesse mais impressionada com a posição dele que apaixonada. Suas suspeitas nunca foram provadas. Na verdade, Elizabeth nunca tinha pensado nisso até agora.
Curioso! Seus dedos começaram a deslizar mais vagarosamente. Por que, de repente, ela estava pensando no que havia acontecido há tantos anos atrás? Antes ela nunca tinha se questionado se realmente havia ou não amado Jerry. Esta era uma pergunta que não tinha uma resposta definitiva.
Uma onda de inquietação surgiu dentro dela sem nenhuma razão aparente. Seus dedos começaram a tocar com aspereza. A raiva começou a surgir porque ela havia perdido um tempo inútil com esses pensamentos, tempo que poderia ter sido bem melhor aproveitado, estudando as peças de teatro.
Elizabeth pegou seu copo de limonada e, com ele preso na mão, virou-se para se levantar, impaciente. Uma figura estava encostada no batente da porta da sala de estar.
Um arrepio correu por sua espinha, ao ver a aparência do homem. Ele vestia uma camisa azul-clara meio desabotoada, para mostrar o peito masculino e bronzeado. Os quadris magros estavam cobertos por uma calça que provavelmente era azul-marinho. A sombra da barba por fazer escurecia os ângulos de seu rosto. Um blusão de couro estava sobre o ombro e uma mochila gasta e velha estava no chão, a seu lado. O cabelo grosso e castanho tinha sido retirado do rosto. Os olhos confusos olhavam para Elizabeth.
— O que você está fazendo aqui? — perguntou ela, conscientizando-se repentinamente do quanto a casa era isolada.
— O concerto já acabou? — perguntou ele, com a voz rouca. Elizabeth levantou-se e fez com que sua voz trêmula parecesse fria e imponente.
— Você não tem o direito de estar aqui. Eu sugiro que saia imediatamente, antes que eu telefone para as autoridades. — Ele sorriu, mostrando os dentes, e permaneceu onde estava. — Se você quer roupa ou comida, aqui não vai encontrar. A estrada fica a um quilômetro daqui. Eu lhe dou cinco minutos para sair, senão chamo a polícia.
Foi até o telefone e tirou o fone do gancho. A qualquer momento, esperava que ele lhe apontasse um revólver ou uma faca.
— Eu não esperava uma festa de boas-vindas — comentou ele, — mas achei que pelo menos iam me oferecer uma refeição.
— É melhor você sair. — Ela discou o primeiro número, ignorando o comentário.
— Você vai se sentir como uma tola, pequena irmã. Seria interessante ver um Carrel corado, mesmo que esteja usando este sobrenome por ter se casado com um da família — disse ele suavemente.
Elizabeth franziu a testa. Seus olhos verdes encararam o estranho confiante, nem um pouco intimidado pelas ameaças dela. Ela não o conhecia, mas parecia que ele a conhecia, ou pelo menos sabia de sua ligação com os Carrel.
— Quem é você? — perguntou. Ainda segurava o fone na mão.
— Será que eu mudei tanto, nestes últimos anos? Eu teria reconhecido você em qualquer lugar. Eu gosto de seus trajes de viúva. Jerry sempre gostou que você usasse roupa azul.
O fone quase caiu de sua mão.
— Jed? — perguntou ela, com descrença.
— Em carne e osso — confirmou ele, afastando-se um pouco da porta. — Vocês pensavam que eu estava morto?
— Nós não tivemos notícias suas... — começou Elizabeth mas parou. — Jed, seu pai... ele teve um ataque cardíaco há dois anos. Ele... está morto! — Parecia que não havia outra maneira de dizer isso.
— A casa não mudou muito — foi o comentário dele, quando seus olhos correram pela sala. Depois olhou novamente para Elizabeth. — Eu soube de papai — disse ele finalmente, com um pouco de emoção na voz. — Eu achei a carta de mamãe há um ano atrás. Naquela época já não havia necessidade de voltar.
— Por que... você voltou? — perguntou ela.
— Não é educado fazer perguntas proibidas, Liza.
— Elizabeth — corrigiu ela automaticamente, e ele riu.
— Pelo que vejo, você ainda dá muita importância à posição social.
— Eu não gosto do nome Liza. Parece...
— Comum, era o adjetivo que, tenho certeza, você usava antes — lembrou-a ele. Foi logo depois que você ficou noiva de meu irmão e tentava parecer uma mulher fina e sofisticada, para impressionar minha mãe. Você ficou muito zangada quando eu a chamei assim na frente deles.
— Eu lembro. — Sua expressão ficou tensa quando ela afastou os olhos do olhar dele.
— Onde está mamãe?
— Ela foi almoçar na cidade — respondeu Elizabeth.
— É claro, hoje é quinta-feira, não é? Eu tinha esquecido que ela vai ao fórum todas as quintas-feiras. — Ele deu um sorriso cínico.
— Se você quiser se arrumar, o quarto junto à escada está vazio. Você pode deixar suas coisas lá. Há toalhas limpas no banheiro.
A expressão dele não mudou.
— É uma indireta de que você não está me achando apresentável? — Jed Carrel continuou, com a expressão gozadora. — Está muito quente e há muita poeira por aqui.
— Você quer dizer que veio da cidade? — Ela franziu a testa, surpresa.
Ele olhou para seus sapatos e calça empoeirados.
— Meus pés eram o único meio de transporte disponível. Os táxis locais deviam, sem dúvida, estar levando as amigas de minha mãe para seu almoço semanal com a rainha.
— Você poderia ter esperado — murmurou Elizabeth, automaticamente.
— Estava ansioso para ver se Thomas Wolfe estava bem e se você ainda estava morando aqui. E digo que ele está bem. Meu antigo quarto está vago?
— Agora é o quarto de Amy. — Elizabeth arrepiou-se com a dedução dele. Eles tinham se visto apenas uma vez. Eram praticamente estranhos, então por que Jed esperava que ela o recebesse de braços abertos?
— Amy? — perguntou Jed, franzindo as sobrancelhas.
— Minha filha. — Ela levantou o queixo em sinal de desafio. 
Os lábios dele moveram-se cinicamente de novo, assemelhando-se a um sorriso.
— Ah, sim — concordou ele. — Lembro que Jerry deixou você com uma criança. Amy, este é o nome de minha avó.
— Elas são xarás — admitiu Elizabeth.
— Mamãe deve ter gostado disso. Ou foi sugestão dela?
Ele estava novamente gozando, mas Elizabeth não deu importância ao fato.
— Nós pensamos em muitos nomes, antes de Amy nascer. — Ela se afastou repentinamente. Você já almoçou? Quer que eu prepare um lanche leve?
— Café da manhã, por favor — pediu ele. — Ainda não me adaptei aos horários daqui. Para mim, hoje é amanhã de manhã. Omelete com torradas estará ótimo.
Ele pegou sua mochila e foi para a escada. Elizabeth olhou para aquela figura masculina. Depois de quase nove anos ela não podia se envergonhar por não esperar o irmão de seu marido outra vez, ou por ter praticamente se esquecido de sua existência. Nos últimos anos, o nome dele tinha sido mencionado apenas uma vez, pelo menos que ela se lembrasse, e isto tinha acontecido quando Rebecca, sua mãe, quis notificar-lhe a morte do pai.
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9 comentários:

  1. Amei. O amor é assim, não importa o tempo ele nunca acaba. Jed é maravilhoso, com um jeito bad boy, mas na realidade é um romântico incurável, esperou o tempo certo pra resgatar a mulher que lhe pertencia....muito fofo!!! Ana

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  2. LINDO!LINDO!LINDOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!

    Diana Alves.

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  3. Gente só pelos comentários me deu curiosidade vou baixar

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  4. Lindo !!!!!!
    simplesmente adorável !!!!!
    aaaah esse Jed é dimais !!!!!

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  5. Muito fofa a história. Romance bem levinho...

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