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sábado, 21 de julho de 2012

A CASA NO PARQUE


Casa no Parque
Mansion for My Love
Robyn Donald
Coleção Julia, nº 220
Série
Romances Editora Abril, 1982
Faine ia chamar Burke, o homem com quem acabava de casar, mas sua voz não saiu: diante dela, beijando apaixonadamente outra mulher, estava ele, tão louco de amor que nem chegou a vê-la. Por um momento, Faine pensou que ia morrer. Então se recobrou e compreendeu tudo. Libby, sua rival, era a cunhada de Burke. Como ele jamais poderia ter a mulher do irmão, havia casado com Faine, para esquecê-la... A verdade era cruel, mais cruel ainda era pensar em viver sem Burke, amando-o como o amava. Apesar de sentir o coração sangrando, Faine decidiu que não desistiria dele. Iria com aquele homem para a casa do parque, em Auckland, e. pagaria para ver o que o destino lhe reservava.


Então, ele a beijou novamente e, quando Faine tentou afastar sua mão, Burke falou:
- Sinto muito, Faine. Não tenha medo de mim. Sei que não tenho o melhor humor, mas raramente perco o controle. Nunca faria nada que pudesse machucá-la, por favor, acredite.
"Mas você já fez isso", ela desejou gritar, jogar-lhe na cara. "Você quase me matou e nem sabe disso!"
Talvez o desespero de Faine tenha se revelado em seus olhos, pois Burke tomou suas mãos com delicadeza e falou, numa voz gentil:
- Eu sinto muito! Sinto mesmo que tenha ouvido as coisas que ouviu e compreendo o que sente agora... Acho que estou tornando as coisas ainda piores. Estamos os dois cansados demais para conseguir pensar direito. É melhor ir para cama, agora. Amanhã de manhã estará melhor.
E, naquela noite, ela sonhou novamente com máscaras e espelhos. Só que, desta vez, sabia o que significavam.

11 comentários:

  1. excelenteeeeeeeeeeeeee

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  2. finalmente,um livro que pode ser real. o mais comum é tudo não passar de mal entendidos. neste os protagonistas erram e acertam como pessoas reais, ninguém é perfeito . Então descobrem o amor...
    Gostei muito!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  3. Amo esse livro, tenho a muitos anos e nunca tive coragem de me desfazer dele.
    A cena em que ela se despede dele e vai embora é de sangrar o coração.
    Só acho que ele deveria ter sofrido mais.

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  4. Desculpem a franqueza do meu comentário e a minha revolta, mas quando leio livros dessa autora, já fico com os dois pés atrás e com o estômago preparado (tenho certeza que o verdadeiro Robyn Donald é homem kkk). Seus livros embora sejam escritos com uma estrutura romanceada são bem intensos e realistas. Seus personagens são pessoas comuns que poderiam ser reais, e sempre mostram quem é quem na estória, a verdade nua e crua. Não acreditei que acharia um “mocinho” mais escroto e cafajeste que o Craig de “Cenas de Um Casamento” (que por coincidência é da mesma autora), mas me enganei, encontrei aqui o Burke que conseguiu ser muito pior!

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  5. Faço comparação do Burke com uma criança pequena, que quer um determinado brinquedo, e, depois de consegui-lo, brinca por alguns minutos e abandona... Assim fez o Burke, sempre desejou a cunhada e a conseguiu pelo tempo que ELE quis. Burke e Faine ficaram meses separados, e, nesse tempo todo ele comeu e se lambuzou com a cunhada, depois quando se cansou a mandou embora, e, voltou com a maior cara de pau pra esposa. A estorinha que ele contou que não conseguia tocar a cunhada é balela, Burke a desejava e passou meses ao lado dela. Na verdade Burke quis viver a paixão com a cunhada até a exaustão, quando acabou ele voltou... simples assim! A Libby posa de boa moça, mas era uma vagabunda que traía o marido com o cunhado nas fuças dele. E ainda no final o casalzinho ordinário posa de bonzinho, um desejando felicidades ao outro, vivendo numa harmonia familiar... ah me poupe né, é liberalidade demais pro meu gosto! Pra mim Burke não tem perdão. A mocinha foi a única vítima na estória.

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  6. Obrigada, Beatriz pelos seus comentários, bem objetivos e coerentes. Realmente, não tolero esses personagens hipócritas. Não vou ler ..

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  7. Achei verossímil a história. Sem grandes fantasias. Eu já tinha dado um pé na bunda dele, no dia do casamento. A mocinha realmente foi uma dama, só trouxa demais no final. Ela tinha que fazer esses dois samgrarem. Mocinho tá mais pra vilão.

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  8. Bem feito para ela, sofreu pouco,eu normalmente defendo as mocinhas, maaaas sinceramente, depois de descobrir o motivo do casamento eu abandonava,não tinha vó não tinha nada. Bem feito para ela,sofreu pouco,ainda ficou chupando dedo enquanto ele deitava e rolava com a outra e ai"puft"descobriu que não amava a outra. Depois que provou o mel?Ava
    Alias quem escreveu não pode ser uma mulher. Isso é homem,homem machista e misógino quando acaba,foi o mesmo de"Cenas de Um Casamento" que é o livro mais nojento que ja vi.

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  9. concordo com vc!! livro ridículo... e a mocinha desse livro não deveria ter voltado p ele!!

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  10. Ah... Tá explicado tanto machismo no livro e adultério como se tudo fosse normal. Robyn Donald. Deve ser um pseudônimo para um homem mal amado.

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