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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Eu quero ser tua


Eu quero ser tua
A willing surrender
Robyn Donald
Coleção Sabrina, nº 497
Série
Romances Nova Cultural, 1986
"Não adianta fugir, querida. Você será minha... por bem ou por mal!" A ameaça tirava o sono e a tranquilidade de Ciary, que se via cada vez mais enredada na teia que o rico e poderoso Douglas Caird armara para conquistá-la. Mas, mesmo irremediavelmente apaixonada, não podia ter nenhuma esperança quanto ao futuro. Ficar com ele significava romper com a própria família, trair a confiança das pessoas que mais amava. Sua única saída era tornar-se amante daquele homem... se tivesse coragem para isso!

21 comentários:

  1. muito bom esse romance,eu quero ser tua.recomendo.

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  2. História tola e superficial. Passem.

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  3. adorei,recomendo...........linda historia........apaixonante.

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  4. Linda história! tem amor, carinho , sensualidade tudo no ponto certo.

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  5. Letícia Brandão13 de maio de 2017 22:09

    Não gostei

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  6. Desculpem a minha sinceridade, mas esse livro é um lixo, nem podemos chamar a isso de romance é apenas uma narrativa de uma estória sórdida! Tanto o mocinho quanto a cunhada da mocinha eram dois grandessíssimos vagabundos. O mocinho nunca foi inocente na estória, mesmo depois de saber que a vagabunda era casada, continuou seu caso sórdido publicamente! Concordo que era a cunhada que devia fidelidade ao marido, porém, apesar do mocinho ser solteiro não tinha o direito de interferir num casamento, causando sofrimento a outras pessoas, isso é uma questão de escolha e de caráter, e caráter era o que ele não demonstrou em nenhum momento, ele literalmente tirou a esposa de outro homem ciente da situação, por isso não tem perdão! Ele ainda estava se relacionando com a cunhada quando conheceu a mocinha, e mesmo assim deu em cima dela, e depois defendeu a amante quando a mocinha os confrontou!

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  7. Mas, o que me deixou mais enojada foi a forma dos dois vagabundos justificarem o caso sórdido deles, como se eles fossem os corretos e todo mundo estivesse errado, que eles tinham todo o direito de sacanear os outros, nenhum dos dois pediu desculpas a ninguém. Engraçado que os vagabundos diziam que a mocinha e o irmão é que não entendiam o caso deles porque eram puritanos demais, ah faça-me o favor né! Mocinho era um ordinário e a mocinha grande candidata a chifruda, se ela tivesse amor próprio teria mandado ele ao inferno e nunca mais olharia pra ele, deixaria ele ficar com a piranha da cunhada afinal eles eram iguais! Detesto qdo há envolvimento do mocinho com pessoas próximas da família (primas, irmãs, cunhadas), fico imaginando que eles estariam se encontrando e eu jamais confiaria em nenhum dos dois.

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  8. Uma traição é muito difícil de engolir, por isso dá muita revolta, mas perdoar, limpa a nossa vida e seremos mais felizes, sem mágoas e sem rancor.

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    1. Verdade, por isso não consegui engolir o caso de adultério do mocinho com a cunhada da mocinha, por mais que a autora tenha tentado justificar a sacanagem dos dois não deu certo, mesmo ela apelando para a filosofia de que quem nunca errou que atire a primeira pedra ficou intragável, porque há certos limites que não devemos ultrapassar... preferia que a mocinha tivesse encontrado um novo amor... viver com a sombra da cunhada e o sofrimento do irmão é o fim da picada! Ainda mais depois do mocinho ter defendido a então amante e ficado contra a mocinha! Mas, o pior de tudo é que os dois safados não achavam que tinham errado!

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    2. Eu também sou totalmente contra com envolvimentos com pessoas tão próximos de nós, tipo se envolver ex de amigas ou de irmãs, eu acredito que isto é um falso amor, principalmente se vai separar pai ou mãe de filhos, eu não conseguiria encarar a amiga ou irmã, com uma atitude dessas, mesmos se fossem elas que não o quisessem mais, existe muito homens no mundo, para se cair num problema desses.

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  9. Este comentário foi removido pelo autor.

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  10. Ah... Tá explicado tanto machismo no livro e adultério como se tudo fosse normal. Robyn Donald. Deve ser um pseudônimo para um homem mal amado.

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    1. Não gosto muito dessa autora (se é que é mulher) e cada absurdo nos livros que desanima...já passei algumas vezes por esse livro, mas os comentários não me animam muito....

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  11. O bom mesmo é ler a história, e compreendemos, que a cunhada estava separada quando conheceu o Douglas, o motivo de Susan casar não foi por amor, foi por segurança, e vemos que só o marido sentia amor, claro que casamento é muito importante e vital, mas no mundo em que vivemos, as pessoas não estão dando mais valor ao casamento. Quando o Douglas conheceu a Clary, não sabia que Susan era cunhada de Clary, e sentiram amor a primeira vista, isto foi uma coincidência muito sinistra, vão deixar de viver o amor, por causa dos outros? É um caso para se pensar. Gostei da história, recomendo a leitura.

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  12. Ai pelo amor... Colocar o amor como resposta pra tudo. Leiam o livro! Claro que precisa ler a história, para que se formem as próprias opiniões. O que não pode acontecer, jamais, é impor um pensamento e um modo de agir, as pessoas. Isso é o que essa autora faz. Coloca as mocinhas como virgens sedentas pelo sexo e, sem opinião e vontades, assim que os mocinhos olham para elas. Um argumento extremamente machista, que só Robyn Donald, consegue fazer. Em todo esse dilema, somente é questionável, o comportamento da ex-cunhada, que com sua atitude covarde e acomodada, só se preocupou com suas necessidades, e sua atitude, trouxe consequências à outras pessoas. O mocinho continuar tendo um caso com a outra mesmo sabendo que ela era casada (sim ainda era), isso sim causou desconforto. Não acho o mocinho responsável pela separação. É mais fácil acharmos um culpado, nessa situação, ele foi o eleito. Se há certo ou errado, somente LENDO o livro, as pessoas chegarão a uma conclusão. Eu não concordo em hipótese alguma, com a visão que essa autora tem de achar que tudo é uma "convenção social" e que a mocinha, sempre tem que ser submissa ao homem em seus desejos e vontades. Ele chantageou e perseguiu a mocinha de todas as formas. Ela não conseguia ser racional perto do mocinho, aff... Bastava um olhar e a calcinha ficava molhada. O mocinho achava normal ele ter quantas mulheres quisesse, e muito normal o caso que aconteceu com a outra, mas se a mocinha olhasse para o lado e, ficasse sozinha com outro homem, ele ameaçava de morte e esquartejamento. Hahaha... Típico desses mocinhos da Robyn Donald. Podem tudo porque são homens e as mocinhas, não podem nada. Sou a favor de que todos devem ler e ter suas opiniões. Só não venham me falar que infidelidade é normal, que é uma convenção imposta pela sociedade e vida que segue.

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    1. Anônimo eu AMEI seu comentário, e concordo com cada letra e vírgula, traição/infidelidade não é apenas um erro, trata-se de uma escolha, uma questão de caráter - ou a falta de caráter - e nesse caso eu não culpo apenas a cunhada, que pra mim era uma baita vagabunda. Queria ter aventuras amorosas, tudo bem está no seu direito, porém não era seu direito magoar outras pessoas, primeiro se separasse, acertasse sua situação com o marido, pra depois cair na cama de outro homem, no caso aqui o pseudo mocinho.
      O pseudo mocinho também foi um tremendo cafajeste, pois interferiu num casamento, ele sabia que ela era casada e mesmo assim continuou seu caso com ela, mesmo sendo solteiro teve a mesma culpa que a vagabunda. Aí tem pessoas que dizem quem não errou que atire a primeira pedra, que todos merecem uma segunda chance, e blá blá blá. Mas, eu pergunto: quando foi que os dois vagabundos pediram perdão a alguém para merecerem uma segunda chance? Nós só podemos perdoar e dar segunda chance àqueles que reconhecem que erraram e buscam o perdão, o que não foi o caso dos dois vagabundos egoístas aqui, que não estavam nem aí pra ninguém e achavam que estavam certos em ficar trepando que nem coelhos e o mocinho mostra isso claramente quando defende a vagabunda na frente de todos e vai contra a mulher que "dizia" amar.

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  13. Gosto muito dos comentários, e muitos são excelentes!

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  14. Pensa em uma história que deu muito pano prá manga!

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  15. Quase ñ li devido aos comentários pois detesto traição. Mas resolvi tirar minhas próprias conclusões e descobri uma boa estória. Não tem nada de sórdido. A cunhada nunca amou o irmão da mocinha, apena se deixou levar pelo amor dele, casou, se arrependeu, conheceu outro e foi embora pra sempre. Ela ñ ficou enganando o marido. E o mocinho ñ sabia que ela era casada no princípio. Manteve um caso com ela sim, mas ela estava separada (divórcio era demorado naquela época) e ñ pretendia voltar com o marido, oras. Não vi hipocrisia nenhuma aí, estavam às claras, sem esconder de ninguém. O mocinho conhece a mocinha depois (sem saber do parentesco), se apaixona e, logo em seguida, termina o tal relacionamento sendo claro ao dizer que conheceu outra pessoa. Ele ñ fica com as duas ao mesmo tempo. Nada de sórdido. O problema era enfrentar o orgulho ferido do irmão (que achei exagerado em querer se vingar do mocinho). Tudo bem ficar com orgulho ferido e tudo o mais, mas quando uma pessoa decide casar com uma pessoa, amando sem ser correspondido, deve se preparar para as consequências tbm. Tudo bem tentar um relacionamento nesses termos, vai que dá certo... Mas se ñ der, ñ deu... Chora as mágoas, levanta a cabeça e segue em frente. Sob o meu ponto de vista é uma boa estória, como disse no início, e ainda bem que não me deixei influenciar pelos comentários negativos =)

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  16. Realmente é algo injusto quando somos abandonados, e ainda vemos a pessoa que nos abandonou feliz com outra. Mas o correto é deixar a pessoa ir, mesmo sofrendo por um tempo, devemos engolir o choro e seguir em frente, o irmão da mocinha teve que fazer isto.

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