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domingo, 22 de março de 2015

MOTIVOS OCULTOS

MOTIVOS OCULTOS
JÉSSICA STEELE

Sem saber por que por Jessica SteeleA situação era bizarra Erith não estava particularmente interessado em rastrear sua meia-irmã. No entanto, ela concordou em ajudar quando Audra desapareceu nas selvas do Peru depois de anunciar seu noivado com Filipo, um homem de sua família que nunca havia encontrado. Erith não estava fazendo muito progresso até Domengo de Zarmoza, tio de Filipo, escolheu para interferir. Domengo era auto-confiante  e acostumado a ter o seu próprio caminho. Ele era um companheiro estimulante, mas nem sempre descontraído. Erith não tinha certeza Domengo ainda gostava dela. E se esse foi o caso, por que ele deu ao trabalho de ajudar?


CAPITULO 1

Erith já estava em Cuzco, a capital do antigo império inca, mas qualquer emoção que tivesse despertado nela pelo fato de ali estar tinha desvanecido nesse momento.
Tinha chegado ao Peru na noite anterior, depois de uma viagem com escalas na Alemanha e Venezuela. Não podia dizer que a excitação tivesse sido o ingrediente principal do voo: de facto, tinha estado mais nervosa do que entusiasmada devido ao que esperava. No entanto, era suficientemente hu¬mana para sentir um leve vestígio do espírito aventureiro, uma vez que se resignou ao facto de ser o único membro da família que podia fazer esta viagem.
Ainda que, na sua opinião, não era necessário que nenhum membro da família fosse ao Peru buscar a Audra. Era bastante reprovável que esta tivesse saído do país, seis meses antes sem aviso prévio, e apenas tivesse enviado um breve carta explica¬tiva durante todo este tempo.
Audra estava quase a completar vinte e três anos; era apenas alguns anos mais velhos que Erith; mas em experiên¬cias mundanas levava-lhe uns quantos anos de avanço. Sem dúvida, algumas pessoas nasciam aventureiras, pensou Erith, era o caso da sua meia irmã.
Erith conheceu Audra dois anos antes, quando o seu pai casou com a mãe de Audra, Jean Billington. Erith e a sua irmã Bliss, afeiçoaram-se logo com Jean, que era uma mulher amá¬vel e de muito bom carácter. A sua presença no lar fê-las sentir a falta que fazia uma mãe. A mãe delas tinha morrido dez anos antes de uma forma trágica e nenhuma delas estava habituada às carinhosas atenções quotidianas; a ocasional chávena de chá na cama, a camisola que aparecia dobrada em cima da cama e outras coisas semelhantes.
Era de estranhar que Erith e Bliss tivessem logo simpatiza¬do com a mulher e, por sua vez, fizessem tudo para a agradar?
No entanto, era difícil estender esse afecto à filha de Jean. Audra vivia em Londres, tinha o seu próprio apartamento e foi óbvio para todos, menos para Jean que estava cega pelo carinho maternal, que a Audra só a visitava quando necessita¬va de dinheiro. Mas, uma vez que Jean adorava a sua filha, Bliss e Erith procuravam sentir alguma simpatia pela rapariga.
Seis meses antes, Audra tinha telefonado para Dorset a fim de dar a estrondosa notícia de que tinha conhecido um homem chamado Nick, e que ia para o Peru. Jean ficou consternada com a notícia e logo sugeriu que ela levasse Nick a jantar lá em casa. Mas Audra refutou a ideia de imediato e alguns dias mais tarde saiu de Inglaterra, deixando a mãe dependente do correio.
Quando passaram dois meses sem receber sequer um pos¬tal, Jean começou a preocupar-se a sério. Ao vê-la consumida pela angústia, esperando em vão pela chegada do correio de cada dia, Erith começou a sentir uma profunda indignação pela Audra pela sua desconsideração.
Um mês mais tarde, chegou uma carta do Peru, dirigida a Hector e Jean Cárter.
Não era uma carta longa, mas as notícias que continha eram inquietantes. Sem a menor menção a Nick, Audra escre¬via a avisar que agora estava comprometida com um homem chamado Filipe. Segundo a carta, Felipe e ela estavam de visita em casa do tio do noivo, que era uma fazenda que se encontrava numa lugar chamado Jahara, a uma hora de ca¬minho de Cuzco. Isso era mais ou menos o que continha a carta, que não especificava a direcção do remetente. Jean começou a dar novas mostras de ansiedade. Erith, por sua vez, começou a ter as suas próprias preocupações.
Primeiro, soube que a companhia para a qual trabalhava Oitava cm dificuldades financeiras. E de seguida, para confir¬mai qua 0 que tinham ouvido durante o mês anterior não eram uiiunivs Nem fundamento, começaram a entregar avisos de liquidação.
Erith recebeu o aviso no mesmo dia em que a sua irmã Bliss caiu doente com pneumonia. O facto de poder ficar sem emprego não tinha importância comparado com a doença da sua irmã.
Mas Bliss, para alívio de todos, curou-se depressa e quis logo levantar-se da cama.
—  Ficas onde estás, irmãzinha! — decretou Erith à sua irmã, com severa ternura. E, sorrindo aos enormes olhos ver¬des da sua irmã, estudou a sua tez de porcelana e, como muitas outras vezes, assombrou-se com a extraordinária bele¬za de Bliss. — Não vais a nenhum lado até que o doutor Lawson permita.
Uma semana mais tarde, a ansiedade de Erith por Bliss passou para segundo plano ao notar outra vez sinais de tensão e preocupação no rosto de Jean. Não estranhou quando o seu pai lhe disse que temia pela estabilidade emocional da sua esposa, a menos que fizesse algo para aliviar a sua aflição a respeito da sua irresponsável filha. O que a assombrou foi a solução que o seu pai sugeriu.
— Apenas se pode fazer uma coisa, Erith. Um de nós terá de ir ao Peru para averiguar o que se passa com essa rapariga endiabrada.
— Ir ao Peru? — vacilou Erith. — Mas ...
—  Nada de mas, querida — interpôs Hector Cárter, — Jean pode receber uma carta amanhã, ou na próxima semana, mas isso é o que lhe venho dizendo todos os dias desde que recebeu a única que a Audra lhe enviou ... e isso foi há três meses. Jean já não acredita; e a preocupação está a matá-la.
— Mas ... ir ao Peru! nem sequer temos o endereço! Seria como procurar uma agulha num ...
— Temos que tentar — concluiu o seu pai. — Pelo bem da Jean, devemos fazê-lo. Ela mesma com certeza iria, mas tu sabes que ela fica doente cada vez que viaja ...
— E certo — reforçou Erith.
— Temos que encontrar a Audra! Sabemos que está num lugar chamado Jahara, e que não é longe de Cuzco, de modo que já é um começo.
—  Sim, mas ... — Erith olhou para o seu pai. — Mas tu não podes ir. O teu coração está débil e ...
— É verdade — interrompeu-a Hector. — Só podes ir tu ... ou Bliss.
— A Bliss não pode ir! — exclamou Erith.
Ainda que soubesse que a sua irmã, fanática pela arqueologia, daria tudo para poder ir ao Peru, não estava em con¬dições de viajar para tão longe. Erith recordou que Bliss sempre preferiu a arqueologia aos namorados e aos amigos. A pneumonia tinha sido causada pelo seu amor a essa ciência, e por causa de se deixar absorver nos assuntos relacionados com os seus estudos, esqueceu-se de mudar as roupas molhadas por um aguaceiro que suportou, enquanto observava algumas peças numa escavação.


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