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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

MANHÃ DE OUTONO


MANHÃ DE OUTONO
September Morning
Diana Palmer
Não há nada mais poderoso do que a força do primeiro amor...
Havia apenas um obstáculo a ser superado para que Kate Kilpatrick conquistasse Blake Hamilton: ele finalmente ter olhos para ela. 
Blake esteve sempre convicto de que não foi feito para ter uma esposa, ainda mais se ela for uma menina que praticamente viu crescer. Mas Kate não aceita desculpas esfarrapadas do único homem que sempre amou, e irá convencer aquele solteirão de que é a mulher de sua vida.

CAPITULO UM

O orvalho cobria a relva verde, e uma leve brisa de setembro animava o ar da manhã. Kathryn Mary Kilpatrick jogou os longos cabelos negros para o lado e riu animadamente. O som assustou o cavalo no qual estava montada, fazendo-o mexer-se, nervoso, sobre o pasto úmido.
— Calma, rapaz — disse delicadamente, acariciando-Ihe a crina.
Ele se acalmou, reagindo à carícia familiar. Ela ganhara Sundance quando ele ainda era um potro, presente de Blake em seu aniversário de 16 anos. Agora, Sundance era um cavalo adulto, com cinco anos, mas ainda fazia algumas brincadeiras infantis. Ele se assustava com facilidade e era muito sensível. Exatamente como Kathryn Mary.
Os olhos verde-escuros dela brilhavam de animação enquanto observava o horizonte em tons rosa e amarelo, colorindo o céu da alvorada. Era muito bom estar de volta. A escola só para meninas havia refinado suas boas maneiras e lhe ensinara a ter um porte mais elegante, como uma modelo, mas não havia diminuído de maneira algu¬ma seu entusiasmo pela vida, nem a paixão que sentia pela casa de Greyoaks. Embora a casa dos Hamilton, na Carolina do Sul, não fosse a casa em que nascera, mas a da família que a acolhera, ela amava cada colina e árvore daquele terreno, como se fosse uma legítima Hamilton.
Um risco colorido chamou sua atenção. Ela virou Sundance e viu Phillip Hamilton vindo em sua direção, galopando pela relva em um árabe puro-sangue, num casaco de couro que brilhava ao sol. Sorriu enquanto o observava. Se Blake o visse montado em um de seus garanhões premiados, certamente seria um desastre. No entanto, para a sorte de Phillip, Blake estava na Europa a negócios. Maude podia proteger o filho mais novo, mas Blake não protegia ninguém.
— Oi! — gritou Phillip, sem fôlego. Ele puxou as rédeas, parando bem diante dela, e respirou, jogando para trás o cabelo rebelde. Seus olhos castanhos cintilaram, travessos, enquanto ele observava sua figura esbelta montada no cavalo, como de costume. Mas seu olhar ficou sério quando viu que ela não usava capacete.
— Sem capacete? — repreendeu-a.
Ela fez beiço, deixando seus lábios cheios e suaves ainda mais protuberantes.
— Não brigue comigo — pediu. — Era apenas um passeio, e odeio usar aquela coisa o tempo todo.
— Uma queda já bastaria para fazer um estrago — declarou ele.
— Você parece o Blake!
Ele sorriu ao ver aquele olhar rebelde.
— Foi uma pena ele não ter estado aqui quando você chegou. Mas ele volta no fim da semana, em tempo para a festa dos Barrington.
— Blake odeia festas — relembrou ela. Baixou os olhos, fitando o couro elegante da sua sela. — E me odeia também, durante a maior parte do tempo.
— Não odeia — devolveu Phillip. — Mas você sempre o deixa irritado, sua bruxinha rebelde. Eu me lembro da época em que todos vocês veneravam o meu irmão mais velho.
Ela fez uma careta, olhando para o horizonte, onde cavalos árabes puro-sangue pastavam, com os pêlos ne¬gros reluzindo ao sol.
— Eu deixo ele irritado? — indagou ela. — Ele só foi gentil comigo uma vez, quando minha mãe morreu.
— Ele se preocupa com você, como todos nós — disse gentilmente.
Ela sorriu, calorosa, e esticou a mão num impulso, tocando o braço dele.
— Pareço ingrata, mas não é isso. Você e sua mãe sempre foram legais comigo. Vocês me acolheram em sua casa, me colocaram na escola. Como posso ser tão ingrata?
— Blake também teve um pouco a ver com isso — relembrou ele secamente.
Ela jogou o cabelo para trás, impaciente.
— Pode ser — admitiu, relutante.
— Terminar o colégio foi idéia dele.
— E eu odiei! Eu queria ir para a faculdade e estudar ciências políticas.
— Blake gosta de receber os compradores — relem¬brou ele. — Um curso de ciências políticas não lhe ensi¬na a ser uma boa anfitriã.
Ela deu de ombros.
— Embora você e Blake sejam meus primos, não vou ficar aqui para sempre — disse. — Um dia, vou me casar. Sei que devo muito à sua família, mas não vou passar a vida toda sendo a anfitriã de Blake! Ele podia se casar e atribuir essa função à esposa dele. Se é que vai conseguir encontrar uma mulher corajosa o bastante — ela acres¬centou, rabugenta.
— Você deve estar brincando, prima — zombou ele. — As mulheres correm atrás dele como formigas atrás do açúcar. Blake pode escolher a mulher que quiser, e você sabe disso.
— Deve ser por causa do dinheiro dele, porque certamente não é sua personalidade animada que as atrai!
— Você está chateada porque ele não a deixou passar o fim de semana com Jack Harris — implicou Phillip.
Imediatamente, o rubor tomou conta de sua face.
— Eu não sabia que Jack tinha planejado ficarmos sozinhos na casa de campo — protestou. — Achei que os pais dele também estariam lá.
— Mas, diferente de você, Blake foi tirar essa história a limpo. — Ele riu ao ver a expressão dela. — Nunca vou me esquecer da cara dele, quando Jack veio buscar você. Nem da de Jack quando foi embora, sozinho.


9 comentários:

  1. nossa que homem mandão,afasta todos todos pretendentes da mocinha.

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  2. O Black poderia ser um mandão mas ele era o máximo.
    Quem me dera ter um tutor como ele =)
    Que homem quente jajajajaja

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  3. Simplesmente amei esse livro. É diferente, apesar de ser a velha história do tutor, mas aqui o amor acontece junto com o livro e acompanhar isso é muito bom. A mocinha e audaciosa e determinada, mas ao mesmo tempo inocente, dei boas risadas, e o Black é tão possessivo e ciumento..adoro! Super Recomendo!!!
    Rafaela Matias

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  4. Livro mntoooo bomm....recomendo, uma linda históriaaaa...adoreiiii

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  5. Lindo! Lindo! Lindo! Blake é um furação!!!!! Dá até um calor, ler esta história. E, Philip, irmão dele, é um fofo!

    Diana Alves.

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  6. Para mim o q me arrepiou mais nesse livro foi a forma q foi feita as declarações de amor dele pra ela e dela pra ele no fim do livro,achei bem forte a forma q eles se expressaram,lindo!!! recomendo mto,Super mega possessivo o mocinho,não perde a mocinha de vista nenhum instante,tem mta pegada,mtos bjos ai ai (suspiros) kkkkk... Taty

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  7. Bom,muito bom...recomendadíssimo....

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  8. Muito bom, adoro mocinhos ciumentos!!!ahahahah

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