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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Minha gata selvagem Devil to pay Susan Napier


Minha gata selvagem
 Devil to pay
Susan Napier

Todos os homens da sala arregalaram os olhos para a mulher vestida num sumário collant, ensopada devido a chuva, que irrompera como um furacão na sala. Devil Connell, não menos surpreso, foi se levantando lentamente. 
— "Assassino!", gritou-lhe a garota,  tremendo. E antes que ele pudesse reagir, caiu desmaiada em seus braços. Quem é essa doida?, perguntou-se ele,pasmo, sem saber que o destino acabara de mudar sua vida para sempre...

CAPITULO I

No momento em que Cressy tirou todas as roupas e ficou apenas de collant, percebeu que estava em apuros.
Apertou os olhos, buscando visualizar melhor a estrada asfaltada que serpenteava diante de si, os dedos escorregando no volante da direção de seu carro alugado. Estava quente. Mas tão quente! Mesmo com o ar-condicionado ligado à toda, e a janela do motorista aberta, ainda sentia-se assando! Deveria tê-la mantido fechada? O suor brilhava em seus ombros nus e escorria por entre os seios, tornando a roupa desconfortável. Lançou os olhos sobre a caixa de papelão, a seu lado, agora vazia das latas de refrigerante gelado, saia e blusa jogadas ao acaso por sobre ela. Tivera necessidade de beber toda a reserva, encostando as latas frias contra a testa, contra o peito, contra os seios.
Agora não adiantava mais se culpar por ter iniciado uma viagem longa, dirigindo só, quando estava se sentindo tão mal... Bem, doente ou não, tinha um compromisso de trabalho. E prazos! Havia se comprometido, e Cressy Cross sempre — SEMPRE! — mantinha seus compromissos.
Um enorme caminhão cruzou por ela, no sentido contrário, e o deslocamento de ar fez com que seu pequeno carro balançasse doidamente. Concentrando-se em não vomitar, Cressy nem notou que ultrapassara a bifurcação e enveredara pelo caminho errado.
Puxa, mas como estava quente! Piscou, afastando a gota de suor que lhe entrara no olho, fazendo-o arder. Era o calor que a confundia. Aquilo mais parecia o forno de uma selva tropical do que a primavera na Nova Zelândia!
A estrada era estreita e sinuosa. Mas ela devia estar em plena planície Hauraki, onde as estradas eram retas e planas! E quanto tempo fazia desde que saíra de Auckland? Toda a viagem não deveria tomar mais que quatro horas, mas parecia estar à direção por mais de dez! Onde estava seu mapa?
Com a mão livre começou a buscar por entre as latas vazias de refrigerantes quando o carro puxou violentamente, fazendo-a lutar com o volante. Foi obrigada a usar ambas as mãos para conseguir reorientá-lo. Estava muito fraca ou o pequeno carro ficara pesado demais? Talvez devesse parar e examinar os pneus, ainda mais quando um maciço de nuvens se amontoava no horizonte, ameaçando uma tempestade.
Cressy orientou o carro para o acostamento, já invadido pelo mato. Tarde demais percebeu a valeta, o veículo saltou até parar, jogando-a contra o cinto de segurança.
O automóvel parou inclinado e Cressy teve de lutar contra a porta para conseguir abri-la e sair. Apenas a roda da frente esquerda estava dentro da vala, mas ela percebeu que sem auxílio não conseguiria tirá-lo dali. A estrada estava vazia e tudo parecia extremamente quieto.
Os primeiros pingos de chuva foram deliciosamente gelados contra sua pele quente. Dentro de minutos a temperatura havia caído significantemente, mas Cressy, escaldando em febre sequer sentiu-a. Decidiu-se por buscar auxílio. Seria bom andar um pouco depois de tanto tempo atrás da direção.
Abriu o porta-malas e pegou sua maleta preta, muito usada, de equipamento fotográfico.Era sua preciosa Olympus  OM-1, a primeira câmera de verdade que possuía. O resto do equipamento, lentes de aproximação, tripé, fotômetro especial, flash foi recoberto pelo tapete, para não chamar atenção. Não tinha forças para carregar mais nada, exceto um filme extra, é claro. Mesmo estuporada pela doença não esquecia ás lições básicas de fotografia. Colocou o pequeno cilindro plástico por entre os seios e certificou-se de que todas as portas estavam travadas.
Foi apenas quando bateu a última porta é que percebeu que ainda usava só o collant. Coisa mais estúpida, riu. E riu ainda mais quando percebeu que deixara a chave pendurada na ignição e não poderia pegar suas roupas! Os fazendeiros iriam encher os olhos! Bem, se ela não conseguia entrar no próprio carro, ninguém mais conseguiria. Ao menos estava de sapatos, a bem dizer não eram sapatos, mas sapatilhas macias de bale, que usava para dirigir.
A chuva aumentou, tornou-se imperiosa e gélida, enquanto Cressy começou a caminhar. Cada gota parecia tocá-la e transformar-se em vapor, tão quente sentia-se.
Era meio da tarde, porém com o céu escuro parecia noite. O cascalho, ao lado do macadame, perfurava suas sapatilhas, mas ela nem percebia. A maleta da câmera batia contra seu corpo, mas também não o sentia. Concentrava-se em colocar um pé adiante do outro, descobrindo que cada passo não a levava a andar mas a flutuar, deliciosamente...
E quase flutuou além dos portões de ferro do outro lado da estrada, sem percebê-los. Uma alta parede de pedras perdia-se de um lado e outro, na névoa de água que despencava. Através dos portões conseguiu perceber, bem distante, uma enorme casa branca, com janelas iluminadas. Luzes significavam abrigo e calor humano.
Cressy olhou cuidadosamente para ambos os lados da estrada, antes de cruzá-la. Os portões estavam com uma grossa corrente, presa por cadeado. Cressy avançou a mão para sacudir a corrente e, no instante seguinte, percebeu-se sentada no chão, o braço a doer e o corpo inteiro em comichões. Sua cabeça parecia zumbir e pronta a estourar. Primeiro pensou que um raio a tivesse atingido para, só então, concluir: os portões estavam eletrificados!



12 comentários:

  1. A história guarda algum mistério no começo, mas se desenrola de maneira bem envolvente. E o mocinho é um espetáculo!!!

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  2. A mocinha tem fibra, parece realmente uma gata selvagem,, o mocinho é realmente intrigante. É uma estoria emocionante; mais o final deixa a desejar. É um final muito brusco, como se tivesse se esgotado o papel e tivesse de sair um final de qualquer jeito.

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  3. Gente, esse é o pior livro que já li. A mocinha tem uma rebeldia super forçada, o romance deles é ridículo e a história termina do nada, sem pé nem cabeça...

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  4. Gostei do livro e achei a história super rápida. Na minha opinião achei engraçado o relacionamento dos dois.

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  5. o final foi cortado nova cultura tem mania de retalhar os livros li ele tempos atraz e amei e li tbm em espanhol e vi que cortaram o final agora vou reler de novo recomendado...

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  6. Mesmo que a edição brasileira esteja incompleta me diverti muito com essa história. Que mocinha alucinada!!!

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  7. Li o final completo em espanhol, o título é "Deuda con el Diablo" (Divida com o diabo), abaixo o link: http://descarganovelasromanticas.blogspot.com.br/2013/08/susan-napier.html

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  8. Mocinha muito louca, o inicio ate assusta por falta de lógica, mas é tem momentos engraçados, concordo que o fim foi meio forçado.

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  9. Acho q tô doente, poi achei chato... lia:(

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  10. Que final foi esse...acho que a escritora não tinha mais tempo pra dá um final desses;e fora que está faltando partes,como vai entender o enredo afinal!Não gostei sinceramente.

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  11. Que final foi esse...acho que a escritora não tinha mais tempo pra dá um final desses;e fora que está faltando partes,como vai entender o enredo afinal!Não gostei sinceramente.

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