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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

SÉRIE --- GUERREIROS DO VENTO

Série Guerreiros do Vento


Série Guerreiros do Vento
1- O Falcão e a Pomba
3- A Cobra e a Concumbina
4- A Pantera e a Pirâmide
5- A Espada e a Bainha
6- O Escorpião e o sedutor
7- A Lady e o libertino

l- O FALCÃO E A POMBA




Em 1892 a americana Elizabeth Summers, acompanha seu tio em escavações arqueológicas pelo Egito em busca de uma peça muito especial, o Almah.


Embora Elizabeth trabalhe fazendo pequenas valas nas escavações, o fato de ser mulher, faz com que seu tio a deixe na catalogação das peças.Como seus antepassados, o Sheik Jabari e seus guerreiros do vento, têm a missão de velar e proteger o Almah dos infiéis, em nome de sua rainha Kiya.
Quando Elizabeth descobre onde está enterrado o prezado tesouro, Jabari a rapta para evitar que os de seu clã a puna por profanar suas terras e a leva para seu harém. Mesmo que pese em todos, entre Elizabeth e Jabari surge uma intensa atração.
A mancha em forma de pomba sobre o corpo da jovem, confirma a Jabari que está ante a reencarnação da rainha Kiya, que, como anunciava a profecia, retornou para entregar seu amor ao chefe dos guardiões e o fazer feliz.

A lenda
As areias de Ajenatón guardam um segredo.
Nas profundidades da escura terra da antiga cidade, se acha um disco de ouro chamado o Almha. Fora construído na décima oitava dinastia egípcia, por ordem de uma das esposas do faraó, com o propósito de venerar ao deus do Sol Atón, e se converteu em um símbolo de poder e destruição.
Quando a rainha Kiya o mostrou a seu marido, o faraó Ajenatón ficou fascinado por sua beleza.
Este o utilizou para atrair o povo aos templos de Atón.
Ajenatón recompensou Kiya, construindo um templo para que pudesse render culto aos deuses com privacidade, seus sacerdotes e os guerreiros do vento Khamsin.
Mas a primeira esposa de Ajenatón, Nefertiti, invejava o poder de Kiya.
Convenceu o faraó, de que ele também era um deus e este utilizou o Almha para que rendesse culto a ele em lugar do deus Atón.
Furiosa pelo sacrilégio de seu marido, Kiya roubou o Almha e o enterrou na areia. Encomendou aos Khamsin a tarefa de guardá-lo num lugar oculto durante toda a eternidade, consciente de que não sobreviveria muito tempo mais, à fúria de seu marido e o ciúmes de Nefertiti.
Aquela noite, Kiya se retirou para seus aposentos com seu amante, o líder dos Khamsin, com a intenção de que seus fortes braços a estreitassem uma vez mais.
Com seus suaves lábios, Kiya silenciou as palavras de Ranefer que assegurava poder proteger-la da ira de Ajenatón.
Ela sentiu em seu beijo uma doce tortura, que recordou a sua própria aflição.
Nefertiti não desperdiçou a oportunidade para eliminar sua rival, e convenceu Ajenatón a executar Kiya pelo roubo.
Enquanto o faraó e seus guardas se aproximavam de seus aposentos, Kiya sussurrou um apaixonado adeus ao ouvido de seu amante.
Observou-o desaparecer na noite, enquanto fazia a promessa de que seu espírito o esperaria ao longo dos anos, para voltar a reunir-se com ela.
O faraó ameaçou-a, tentou engana-la, mas ela permaneceu em silêncio.
Quando o brilho da espada em forma de foice abateu sobre sua cabeça, inclinou-se ante sua folha rezando para que não faltasse coragem ao amante, e entregou sua vida em troca do segredo do Almha.
Os Khamsin se vingaram de Nefertiti assassinando-a, e pulverizando suas cinzas de tal modo, que sua alma não pudesse voltar para a vida depois da morte.
Eles choraram a morte de sua bem amada rainha Kiya, que apesar de saber que nem sequer o ferrão da morte, a poderia separar de seu verdadeiro amor.
A lenda diz que três sinais da pomba branca que tanto Kiya apreciava, anunciaria seu encontro com o Ranefer.
O líder Khamsin a desposaria e a paz e a prosperidade voltariam a reinar na tribo.

Capítulo Um

1892
Os descendentes dos Khamsin guardavam Ajenatón como sempre fizeram, ao lombo de seus cavalos.
Durante gerações, ninguém se atrevera a perturbar a calma da cidade.
Então chegaram os ingleses. Armados com picos afiados, pás e arrogância, e os infiéis surgiram com suas teorias.
Jabari bin Tarik Hassid, Sheik dos guerreiros do vento Khamsin, estremeceu de ira e dor ao contemplar a violação da terra sagrada.
Ante semelhante profanação, uma mistura de sentimentos se revolvia em seu estômago. Com cada golpe do pico, seu coração doía, como se a ponta de aço o tivesse perfurando em lugar das areias sagradas.
Ao lombo das mais formosas éguas árabes, seus guerreiros controlavam suas agitadas montarias.
As diminutas borlas p
rateadas que decoravam a guarnição no peito dos cavalos, repicavam levemente.
Seu segundo comandante fez um gesto e apontou a escavação. Jabari fechou a luneta repentinamente e fez um gesto a seus homens para que não se impacientassem.
-Não. Ainda não. Não se apressem. Esperem um pouco mais.
Respirava lentamente, esperando com isso, acalmar suas emoções. Sua mão segurava com força o cabo de marfim de sua espada.
O Sheik desembainhou sua espada e levou a mão ao coração e logo aos lábios, num ritual Khamsin de honra, antes da batalha.
Jabari sorriu e soltou um grito sonoro e ondulante. Agora. Chegara o momento de atacar.
O fato de percorrer os cinco quilômetros que separavam a aldeia do Haggi Quandil da escavação, ao lombo de um asno, Elizabeth Summers, demonstrava seu amor à arqueologia. Esfregou seu dolorido traseiro e soltou um gemido.
Aquele animal não podia ir um pouco mais rápido?
Soltou as rédeas do asno. Não serve para nada.
Aquele animal era mais obstinado que o tio Nahid.
E cheirava mal. E não prestava.
Seus sentidos já se acostumaram com as assustadoras paisagens, os aromas e os sons do Egito. O forte odor dos corpos sem lavar.
Perfumadas especiarias, o delicioso aroma de cordeiro dourando nos assadores.
As vozes em árabe, o céu assombrosamente rosa ao por do sol e um calor ardente que envolvia seu corpo como se fosse uma manta.
Embora nada se comparasse com o prazer de andar por areias que ocultavam mistérios de milhares de anos de Antigüidade.
Elizabeth fixou seu olhar no deserto e se perguntou! O que a aguardaria naquela escavação?

Tigre e a Tumba



Bonnie Vanak



A única opção que Lady Katherine tem para evitar que seu pai seja injustamente acusado de ladrão é roubar ela mesma o mapa de uma tumba perdida e encontrar o tesouro que se esconde clandestinamente.

O que Catherine desconhece é que Ramsés, seu adversário, é um dos homens mais perigosos do deserto; um autêntico sedutor que derrete a qualquer mulher com seu olhar cor âmbar, as carícias de seus lábios e a delicadeza de seus braços.
Assim, e apesar de todas suas precauções, a jovem dama sucumbe ao encanto daquele ao que chamam o tigre e se entrega a ele nas areias do deserto.
Só depois, ambos descobrirão que suas vidas estavam já predestinadas desde o tempo de seus ancestrais para compartilhar o amor que se professam na mais selvagem das aventuras que possam imaginar.

Capítulo Um
Akenaton. Egito 1893
—Ladrões de tumbas!

Aquelas palavras retumbaram na imensa cova de pedra.
As paredes se agitaram com uma força estremecedora. O pó milenário parecia tremer ante sua furiosa presença.
Nazim Ramsés bin Seti Sharif dirigiu o olhar aos homens que acabava de surpreender. Quatro homens egípcios com thobes largos como saias e um inglês pálido apartaram a vista do antigo papiro que acabavam de desenterrar.
O mapa da mina de ouro, a chave para achar a tumba de Rastau.
Durante milênios, a tumba de seu antepassado, que guardava incalculáveis tesouros, tinha sido um segredo sepultado pelo tempo.
Ele era um Guardião dos Séculos, um guerreiro que tinha feito o juramento solene de proteger seus antepassados os reis. Estava acostumado a tomar no café da manhã ladrões de tumbas.
E aquela manhã estava morto de fome.
Retirou a cimitarra de sua capa e a brandiu no ar.
A luz da tocha refletiu o brilho do aço mortal.
Agarrou o extremo de seu turbante azul anil e cobriu o rosto ante seus inimigos. Continuando, levou-se a mão ao coração e logo aos lábios, um ritual Khamsin de honra antes da batalha.
— Sou Nazim Ramsés bin Seti Sharif, Guardião dos Séculos. Soltem as relíquias sagradas imediatamente!
— O que é que está acontecendo aqui?
A autoritária voz de seu xeique, Jabari bin Tarik Hassid, ressonou na tumba.
Ramsés percebeu que o ladrão inglês tirava uma pistola e o resto de seus homens desembaiavam suas espadas.
Ouviu-se um disparo. O Guardião se lançou habilmente ao chão com uma cambalhota e ordenou a Jabari que se agachasse.
Levantou-se de um salto, deu uma rasteira no homem armado e lhe atirou uma faca.
O homem caiu no chão entre gemidos, sujeitando o peito. Ramsés lhe retirou a pistola. Jabari se apoiou na parede, com o rosto crispado pela impressão.
— Atreve-se a agredir a pessoa que jurei proteger!
Depois de lançar um grito uivante, ao que se seguiu o de Jabari, Ramsés foi para cima deles.
O inglês se desmaiou, desabando no chão, sendo habilmente esquivado por Ramsés, enquanto seu companheiro se ocupava do restante.
Bramando pelo poder que lhe outorgava a justiça, Ramsés sentia que o espírito de seus antepassados fluía em seu interior.
— Que nossos antepassados castiguem aqueles que perturbam seus lugares de descanso sagrados!




A Cobra E A Concubina



Série Guerreiros do Vento




Badra se refugiou no deserto do Saara, mas não há como escapar do xeque que roubou sua infância.

O vilão acendeu uma paixão nos homens que significou apenas dor e nem sua morte ou a proteção de seus salvadores, os Khamsin, mudou isso.

Badra não pôde esquecer como os olhos de safira de um Khamsin queimam.
Kenneth Tristan, herdeiro do Duque de Caldwell, andava com os Khamsin desde o massacre de sua família inglesa.
Conhecido como Khepri, a Cobra, foi criado no Egito.
Ele amava esta terra, toda a areia ao vento, mas nada era completo, pois não podia tocar a mulher que ama, não pode salvá-la do passado.
Mas vai sacrificar tudo por ela. E até que chegue esse momento seriam apenas... A Cobra e a concubina.

Capítulo Um


Deserto Oriental do Egito, 1889

‘Alguém, por favor, me ajude.’
A súplica silenciosa varreu a mente de Badra em um cântico frenético. Tremia atrás da grande rocha de pedra calcária, fora das calorosas tendas negras de pêlo de cabra.
Os sons da batalha rugiam: os gritos de homens agonizantes, os gritos triunfantes de guerra de seus inimigos que ganhavam a fortaleza.
As duas tribos mais violentas do deserto, o Al-Hajid do Egito e os Guerreiros do Vento Khamsin, lutando uns contra outros em uma feroz batalha.
Aparecendo ao redor da pedra, Farah, a amiga de Badra, olhou.
O sol caía sem piedade sobre ambas.
O vento ia à deriva através da areia escura, agitando o comprido cabelo negro de Farah. Tinha vinte anos, era mais velha que Badra cinco anos, tanto em experiência como em sabedoria.
Era ela quem tinha impulsionado esta fuga.
Farah virou-se, seu rosto ruborizado pela urgência.
— Os Khamsin partem de nosso acampamento! Agora é o momento.
Os pés de Badra permaneceram congelados na areia.
Tinham escapado da tenda do harém em meio a confusão e tinham saído do acampamento. Elas ainda corriam, o Sheik Fareeq as encontraria.
— Você é minha escrava, Badra — tinha grunhido ele. — Embora você escape até o Sinai, a encontrarei. Não deixo os escravos livres. Jamais.A voz de Farah devolveu Badra ao presente.
— Por favor, fujamos — suplicou.
Em algum lugar, profundamente dentro dela, Badra encontrou uma diminuta parte de força e a utilizou. Farah e ela saíram correndo das rochas que as protegiam.
O caos se instalou, um impreciso movimento de rápidos e lustrosos cavalos árabes.
Os Khamsin tinham recuperado seu amado garanhão reprodutor.
O formoso cavalo branco foi amarrado aos arreios do Sheik dos Khamsin que agora cavalgava voltando para o seu lar.
Farah não vacilou. Imediatamente se lançou atrás dele, agarrando a mão de Badra e gritando para que ele se detivesse.
O Sheik dos Khamsin freou seus arreios com um movimento de perito, as fossas nasais da égua flamejaram.
Ele tinha uma figura magnífica. Um véu de cor anil cobria a parte inferior de seu rosto, protegendo seus traços.
Se inclinou para frente e seus olhos escuros brilharam com fúria, até que Farah pôs uma mão sobre sua coxa coberta por uma calça.
— Por favor — rogou ela, com voz frenética, — pertencemos ao Sheik Fareeq.
Por favor, rogo-lhe senhor, nos leve com você como suas concubinas. Sei que você é Jabari bin Tarik Hassid, o Sheik dos Khamsin.
Ouvi que é um líder justo e honrado.
Badra levantou seus olhos com esperança, suplicando silenciosamente ao homem.
As palavras fugiram. Não podia falar.
Os olhos do líder se enrugaram, fazendo uma careta, dois guerreiros, um baixo, mas com uma poderosa constituição, e outro mais alto e mais Três caras veladas olharam fixamente para baixo com uma ameaça oculta.
Badra começou a tremer violentamente, se perguntando se tinha escapado de um horror familiar para um ainda desconhecido.
— Senhor, por que tarda? — Perguntou o guerreiro mais musculoso.
— Estas mulheres, Nazim. Pedem proteção como minhas concubinas.



A Pantera E A Pirâmide



Série Guerreiros do Vento



Graham Tristan foi um homem atormentado durante muito tempo.


Durante anos viveu sob o medo. Ele era psicologicamente forte.

Durante seu exílio na infância, ele cavalgou com os Khamsin – Os guerreiros Egípcios do Vento.

Aprendera seu código.

Ele era chamado de

"A Pantera".

Agora retornara ao seu lugar de origem como o Duque de Caldwell.

Mas ele ainda vive com medo.

E um novo rosto assombrava seus sonhos.

Um rosto feminino. Cabelos ruivos, da cor do sangue.

Seus olhos verdes, esmeraldas.

E aquela face, e aquele corpo, aquela lembrança o consumia.

Realmente, ele era um homem perigoso, fora aceito pela sociedade com distinção apesar da sua criação; mas existiam aqueles que se opuseram a ele, e certamente ele não aceitaria aquilo.

Em seus sonhos, aquela mulher ameaçava tudo que ele deveria proteger; tudo que pensava em esconder. Ela era mais perigosa do que o antigo tesouro que podia convencê–lo a voltar ao Egito, voltar ao deserto onde ele tinha sido criado.

Essa mulher poderia desvendar seu coração.


Comentário da leitora final Manuela Souza Gostaria de comentar que este livro é muito intenso. O sofrimento do mocinho, o amor que ele tem pela mocinha e o sacrifício que faz em nome deste amor me fizeram refletir sobre a doação plena que só o amor verdadeiro pode proporcionar. Realmente é muito bonito o livro. A autora toca fundo e tenho que contar que chorei com a morte do camelo... Beijos, Manú.


A Dama E O Libertino



Série Guerreiros do Vento






Um bonito conde inglês deseja seduzir uma beleza virginal, a fim de roubar o vasto tesouro que ela guarda no Egito.


Anne Mitchell que nasceu como filha ilegítima e cresceu num abrigo de pobres, vendida por sua mãe e enviada pelo seu pai para o Oriente, tinha todos os motivos para perder a fé. Mas no Egito ela achou sua identidade com os Khamsin, uma tribo de guerreiros beduínos.

Quando um grande segredo lhe foi confiado, sua honra lhe foi devolvida e para mantê-la faria qualquer coisa.

Nigel Wallenford era um conde. E também um ladrão, mentiroso e libertino.

Recuperar seu direito de primogenitura em relação à Claradon tinha sido o começo.

Em seguida, ele queria riqueza, e sabia sobre a lenda de um tesouro... e sua guardiã era um figo maduro que aguardava ser colhido.

Ele nunca teve escrúpulos para enganar, roubar ou até mesmo assassinar.

Uma inglesa despatriada, não importa o quão atraente fosse nunca iria conseguir detê-lo.



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5 comentários:

  1. Já li os três primeiros livros e amei; Grandes guerreiros, e mocinhas fortes e belas para auxiliá-los em suas lutas. O primeiro achei mais apaixonante, mas todos valeram à pena! Vou ler os dois restantes, parecem emocionantes também. Obrigada, San!
    Rute rps070@yahoo.com.br

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  2. oi!!! amei essa série, principalmente os livros do irmãos graham e kenneth. gostaria de saber quando o blog postará os livros que faltam. BJOS, Rosemarie

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  3. muito legal.que bom que existem pessoas que compartilham momentos tão legais como esse de poder rever livros que já não se vê mais em revistarias e poder lê-los. obrigado pela iniciativa. abraços

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  4. Adorei os livros e recomendo.

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  5. BOA NOITE MENINAS,
    ESTOU APAIXONADA POR ESTA SERIE.

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