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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

IRMÃOS DEVANEY

Série Irmãos Devaney
1- Um Lugar para o Amor
2- Um Lugar no Coração
3- Um Lugar para a Esperança
4. Patrick's Destiny - não publicado no Brasil
5. Daniel's Desire - idem



Um Lugar para o Amor
Série Irmãos Devaney




Abandonado pelos pais e separado dos irmãos, Ryan Devaney nunca deixa ninguém se aproximar muito.
Até que a atrevida Maggie O'Brien invade seu bar irlandês e declara guerra à fortaleza de gelo em volta do coração dele.
Ryan deixa bem claro que não acredita em amor, mas o sorriso luminoso e o toque suave de Maggie logo o fazem reconsiderar.
A bela ruiva aquece sua alma e traz de volta sonhos há muito esquecidos…
Como o de reencontrar seus irmãos.
Mas será Ryan capaz de encarar o grande desafio que Maggie lhe propõe: acreditar que há um lugar para ele e um final feliz?

Capítulo Um



Ryan Devaney detestava feriados. Não só por serem dias fracos para os negócios, mas pelo fato de as poucas pessoas que entravam em seu bar, em Boston, estarem tão deprimidas quanto ele.
A jukebox tendia às canções mais sentimentais, que o levariam às lágrimas se não tivesse aberto mão do sentimentalismo há muito tempo.
O Dia de Ação de Graças, com suas lembranças azedas, sempre fora o pior deles. E aquele ano prometia não ser diferente.
Lá fora, o aroma da neve impregnava o ar frio e, na cozinha de Ryan, o cozinheiro preparava as dúzias de tortas de abóbora que ele levaria para o abrigo de pessoas carentes e serviria ao punhado de clientes que apareceria no bar no dia seguinte para uma refeição solitária.
Ryan tinha uma vaga lembrança de um tempo em que os dois aromas evocariam lembranças felizes. Porém, aqueles dias pertenciam a um passado distante.
Há mais de 20 anos não tinha nada por que se sentir agradecido. No mesmo instante em que o pensamento lhe cruzou a mente, Ryan parou para pensar.
O padre Francis, que evidentemente encarava a salvação de sua alma como uma missão pessoal, teria lhe passado um sermão se o ouvisse dar voz a tal pensamento. O padre, cuja igreja ficava no fim do quarteirão e se beneficiava da generosidade de Ryan, reprovava sua tendência a chafurdar na autopiedade durante os feriados.
— Você tem um teto sobre a cabeça, dinheiro no bolso e comida quente na barriga — repreendera-o o padre Francis por mais de uma vez, com o olhar turvado pelo desapontamento.
— Um próspero estabelecimento comercial e clientes que contam com você. Além disso, possui um número incontável de outros seres humanos que dependem de você para se alimentar e se abrigar, embora não saibam disso. Como pode dizer que não há nenhuma bênção em sua vida? Tenho vergonha de você, Ryan Devaney. Muita vergonha.
Como se o pensamento de Ryan o tivesse conjurado, o padre Francis deslizou para um banco no bar lotado e lhe dirigiu seu costumeiro olhar perceptivo.
— Vejo que está se entregando de novo. Ryan franziu a testa diante do tom de reprovação.
— Não tomei uma gota sequer — disse ele, sabendo muito bem que o álcool era a última preocupação na mente do padre.
— Ah, Ryan, meu garoto, acredita mesmo que pode tentar esse truque comigo? Ryan sorriu para o senhor de cabelo branco, que ainda possuía um leve sotaque irlandês.
— Valia a pena tentar. O que posso lhe oferecer nesta noite fria?
— Uma xícara de café irlandês seria algo muito trabalhoso? O vento está castigando lá fora e meus velhos ossos não têm mais a resistência de antes.
— Para o senhor, padre, nada é muito trabalhoso — respondeu Ryan, com total sinceridade.
Por mais irritante que o padre conseguisse ser de vez em quando, Ryan lhe devia a vida. O padre Francis o arrancara das garras do desespero e de problemas muitos anos atrás e o encaminhara por uma senda que o levara até ali, gerindo o próprio negócio, em vez de encarcerado em uma cela de prisão.
— Por que não está em casa, sentado em frente à lareira?
— Fui visitar o abrigo. Temos uma nova família lá esta noite. Pode imaginar algo mais triste do que ser forçado a ir para um abrigo de desamparados pela primeira vez em um Dia de Ação de Graças, quando todos estão assando perus e tortas e se preparando para contabilizar suas bênçãos?
Um Lugar no Coração






Fruto de uma família desestruturada,

Sean Devaney sabe que o amor nunca dura. Por conseguinte, é inútil procurá-lo. Até que conhece Deanna Blackwell e seu pequenino filho.
Apesar do comportamento arredio, ela é uma mulher vulnerável que perdeu todos os pertences em um incêndio devastador...
Ainda que desconfiado, Sean se sente na obrigação de proteger Deanna e a criança.
Quem poderia imaginar que mãe e filho conseguiriam abrir brechas na armadura ao redor do coração de Sean?

Capítulo Um


Os olhos de Sean Devaney ardiam por causa da fumaça das ruínas, ainda fumegantes, de uma casa em estilo vitoriano que fora convertida em um prédio de apartamentos alugados para pessoas de baixa renda.
A fuligem aderia ao suor que lhe umedecia a pele e o cabelo. E, mesmo após remover a jaqueta antichamas e o macacão, Sean continuava sentindo como se tivesse acabado de sair do inferno… e saíra mesmo.
O cheiro acre de fumaça impregnava o ar e as suas roupas. Mesmo após dez anos trabalhando no Departamento de Incêndio de Boston, ainda não se acostumara com o rescaldo de um incêndio, o esgotamento, a desidratação e o terrível odor. Era jovem e idealista quando entrara no departamento.
Desejava ser um herói, sentir a descarga de adrenalina lançada na corrente sanguínea quando um alarme soava. Salvar vidas fazia parte da sua natureza, mas isso incluía o perigo, a emoção de colocar a própria vida em risco para fazer algo importante.
Na verdade, tinha a impressão de que passara a maior parte da existência tentando fazer algo importante, de uma forma ou de outra. Agora, porém, com a adrenalina reduzida a níveis normais, tudo o que mais queria era um ambiente aconchegante, uma ducha e 16 horas ininterruptas de sono.
Para o seu azar, até aqueles últimos focos de fogo serem considerados completamente extintos, e o local, seguro, estava destinado a permanecer ali, apenas como garantia para o caso de uma nova ignição. O senhorio tivera muita sorte por ninguém ter morrido. Na verdade, pelo que Sean pudera observar no interior, o proprietário daquela construção deveria ser fuzilado. Mesmo em meio ao combate às chamas, notara que havia tantas violações às normas de segurança que seria difícil enumerá-las.
Embora fosse necessário esperar mais de 24 horas para os peritos divulgarem a causa do incêndio, a seu ver o motivo mais provável era um curto-circuito na rede elétrica precária e sobrecarregada. Esperava que o proprietário possuísse uma excelente apólice de seguro, porque iria precisar dela para pagar todas as indenizações das ações movidas pelos inquilinos.
A maioria perdera quase tudo, consumido pelas chamas ou danificado pela fumaça ou pela água. Sean esquadrinhou o que restara da multidão que se aglomerara para assistir ao inferno, a fim de detectar algum sinal de um provável senhorio, mas a maioria dos espectadores parecia mais fascinada do que consternada com a destruição.
— Ei, Sean — chamou seu parceiro, Hank DiMartelli, com um largo sorriso nos lábios, ao fazer um gesto em direção a algo atrás de Sean.
— Parece que temos um novo ajudante. É ágil o suficiente, mas duvido que tenha idade e os requisitos de altura exigidos pelo departamento.
Sean virou-se a tempo de ver um garoto entrando no caminhão de bombeiros. No momento em que o segurou, o menino já alcançava, com uma precisão infalível, o botão para disparar a sirene.
— Olhe, amigo, acho que este bairro já ouviu sirenes suficientes por uma tarde. — E Sean o carregou para fora do veículo.
— Mas eu quero fazer isso — protestou a criança, o queixo empinado, a expressão obstinada. Com o cabelo castanho-claro arrepiado com gel, fazia lembrar um pequeno integrante de uma banda de rock.


Um Lugar para a Esperança







Kelly sempre foi apaixonada por Michael, mas ele nunca a notou. Agora, ela está determinada a ajudá-lo, curando o seu corpo... e o seu coração.

Após um incidente durante uma missão, o fuzileiro naval Michael Devaney ficou preso a uma cadeira de rodas.
Ao saber que havia a possibilidade de não poder mais andar e ter que se afastar da marinha, o corpo e a alma de Michael se partiram.
Mesmo gravemente ferido, ele continuava sendo o herói de Kelly. E agora, ela seria responsável pela sua fisioterapia. Michael parecia decidido a afrontar o mundo, incluindo seus irmãos e Kelly.
Entretanto, quando passa a olhar para ela de modo diferente, sente-se incapaz de satisfazê-la.
Como Kelly poderia convencê-lo de que ele sempre seria um homem completo para ela, apesar de tudo?

Capítulo Um

Boston,
Michael manobrou a cadeira de rodas sobre o piso e, em seguida, acionou as travas. Olhou para o confortável sofá sem saber se valeria a pena o esforço que despenderia para deixar a cadeira e se sentar lá. Todos os seus malditos dias estavam repletos de tais inconsequentes desafios. Após anos tentando entender a logística de vida ou morte das missões de um fuzileiro naval, se deu conta de que a simples decisão de onde deveria se sentar, para assistir a mais uma tarde de programação chata na televisão, assumira enorme importância.
— Quer ajuda? — perguntou Ryan com sua expressão neutra.
Ao longo das últimas semanas, com as constantes visitas do irmão, Michael aprendera a reconhecer aquele olhar. Significava que estava sentindo pena dele e tentava não demonstrar.
A tentativa era bastante ineficiente, mas Ryan era, de fato, bem melhor nisso do que Sean. A piedade óbvia de Sean era insuportável, e fora uma das razões para Ryan ter sido designado a buscá-lo no aeroporto e ajudá-lo a se estabelecer em seu novo apartamento.
Michael descobrira que o Ryan adulto era um tipo discreto. Dirigia o próprio pub irlandês e havia se casado com uma mulher chamada Maggie, que raramente aceitava um não como resposta. Já havia conversado com a cunhada algumas vezes, por telefone, e notara que ela mascarava uma vontade férrea com uma conversa doce.
Sean, por sua vez, era um bombeiro recém-casado, um homem ativo, que, assim como ele, teria se irritado com restrições em sua vida. Talvez fosse essa a razão para não ser capaz de esconder sua compaixão cada vez que o via naquela maldita cadeira de rodas. Com certeza, precisavam conversar sobre o assunto, mas nenhum dos dois tinha coragem. Além do mais, o que havia para ser dito?
— Ainda não sei como deixei vocês me convencerem a voltar para Boston — resmungou Michael enquanto dispensava a oferta de ajuda de Ryan e se esforçava para se locomover da cadeira de rodas para o sofá por conta própria. — Deve ter um metro de neve lá fora. Em San Diego, eu poderia desfrutar do sol à beira de uma piscina.
— Mas não estava desfrutando — disse Ryan em um tom irônico. — Pelo que fiquei sabendo, você não colocou mais os pés do lado de fora desde que deixou o hospital.
Michael fez uma careta. Era evidente que o irmão estava bem informado a respeito dos seus hábitos. Havia apenas poucas pessoas que poderiam ter lhe contado, a maioria homens que ele poderia jurar que lhe eram totalmente leais.
— Quem me dedurou? — perguntou irritado.
Ryan ergueu as mãos.
— Jurei manter segredo. Seus homens parecem temer seu temperamento quando contrariado.
Pelo menos ainda podia intimidar alguém, pensou Michael satisfeito. Era um consolo. No entanto, com certeza não fora capaz de intimidar Maggie, a esposa de Ryan.
Fora Maggie que lhe ligara todo santo dia para convencê-lo a se mudar da Califórnia para o Leste. A mulher lhe ignorara as respostas mal-humoradas, passara por cima de suas reclamações e praticamente o conquistara com suas doces ameaças. Michael desejou saber se Ryan tinha noção da arma com quem ele convivia. Estava convencido de que Maggie Devaney poderia conquistar um pequeno país se decidisse. Mal podia esperar para conhecê-la pessoalmente, embora preferisse já estar recuperado quando isso acontecesse.
— Por que sua esposa não veio ao aeroporto com você? — perguntou ao irmão.
— Ela pensou que talvez você precisasse de um pouco de espaço para se acostumar com as coisas — respondeu Ryan. — Mas enviou uma longa lista de fisioterapeutas para você olhar. Disse que vocês já discutiram o assunto por telefone, mas não haviam chegado a um consenso sobre qual contratar.
— Na verdade, eu disse a ela que não estava interessado. Posso jurar que deixei isso bem claro.
— Ficaria feliz em passar o resto da vida em uma cadeira de rodas? — perguntou Ryan em um tom suave.
— Foram os médicos que me colocaram nesta cadeira de rodas — respondeu Michael, amargo. O osso fraturado em sua coxa passara por duas cirurgias adicionais, e os médicos ainda não estavam convencidos de que ele iria se curar corretamente. Seu joelho era artificial. Sentia-se como o Homem Biônico, porém com peças defeituosas.
Mesmo que tudo se curasse e voltasse a funcionar, jamais teria agilidade outra vez para exercer o tipo de trabalho que amava. Sua carreira na Marinha estava definitivamente encerrada. Ele havia recusado uma oferta para fazer um trabalho burocrático atrás de uma mesa, no Pentágono. Estremecia só de pensar. Preferia comer lula crua. Estava com 27 anos, sem emprego e sem esperanças. Acabaria aprendendo a conviver com isso.
Ryan lançou-lhe um olhar direto e intransigente.
— Então é assim? Está culpando os médicos? Pelo que ouvi...


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29 comentários:

  1. Já li os três livros publicados aqui, valem a pena ler são lindos.

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  2. Preciso me abster desses romances....
    Gente essa série é linda e emocionante... precisava ter o restante da história pra fechar com chave de ouro... cada irmão é perfeito ... e sem a menor dúvida cada um tem seu encanto... Vale a pena ler
    LETICIA SANCHES tente encontrar o restante da série porrr favvvooooorrr.

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  3. A série toda é linda. Tem personagens secundários que prende a atenção. Vale a pena ler.

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  4. Alguém tem o 5 livro dos irmãos Devaneys ou sabe onde posso achar em pdf

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  5. os dois ultimos ja foram publicados pela harlequin

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  6. Oiii pessoal td bem?? Eu tenho os 5 livros como faz pra mandar p as moderadoras do site??

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    1. Mila você poderia mandar a série pra mim. meu e-mail raphinhasilvac@gmail.com
      Desde já agradeço.

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    2. OI VC PODE MANDAR PRA MIM POR FAVOR
      OBRIGADA. MEU E-MAIL dyrcynha@yahoo.com.br

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    3. OI VC PODE MANDAR PRA MIM POR FAVOR
      OBRIGADA. MEU E-MAIL dyrcynha@yahoo.com.br

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    4. Oi. Por favor gostaria muito de ler o último livro da série, o do Daniel. Poderia enviar pro meu email? simonelinhagem@hotmail.com
      Obrigada.

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  7. oi mila manda p leticia
    amoraosromances2@gmail.com

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  8. Oii pessoal, alguém tem os dois últimos livros dessa série pra me mandar por email? tamy5025@hotmail.com

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  9. Um lugar para o desejo é o fim da série...
    simplesmente perfeita....perfeita... apesar dos pais deixarem os filhos por motivos tão banais sei lá ainda procuro motivos pra abandonar um ser.... um filho.... mas... a série foi perfeita a história fechou emocionante e alegre...
    Todos merecemos ser felizes mesmo com problemas ainda vemos a luz no fim do túnel.... ainda acho que tds temos um lado bom, acredito piamente no amor...
    Os irmãos Devaney... ficaram como exemplo de superação emocional... obrigada San pelas pastagens...

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    1. Teria como enviar para mim os dois últimos, por favor!.?? Meu e-mail professoraivih@gmail.com. muito Obrigada!

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    2. Alguém teria o último livro para me enviar. ..preciso desesperadamente terminar esta série. Obrigada

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    3. Enviar para o email crisleite04@hotmail.com obrigada

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  10. Alguém poderia me enviar o último livro paulinhammedeiros@hotmail.com
    Obrigada

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  11. Alguém poderia enviar o último para rosachiacchio@hotmail.com? Desde já agradeço. Bjs.

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  12. Alguém poderia enviar o penúltimo e último para lene.ty@hotmail.com. Muto obrigada. bjos

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    1. Mila poderia me mandar o ultimo livro da serie marciagomes@transpedrosa.com.br

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  13. Mila, poderia enviar o último livro da séria para tetelael@gmail.com. Desde já agradeço.

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  14. Livros maravilhosos. Li um por dia. Esperando ansiosamente pelos últimos 2.

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  15. aqui está o quarto livro da série, sobre Patrick Devaney. Alguém sabe onde encontrar o quinto e último livro, sobre o Daniel Devaney?

    http://adoramosromances-sissi.blogspot.com.br/2016/02/um-lugar-para-o-perdao.html

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  16. Bom Dia! Alguém poderia enviar para zalimadeira@hotmail.com? Agradeceria muito.Obrigada

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  17. Boa tarde!Fiz o pedido que me enviassem, mas seria somente o 5o. Livro Um lugar para o desejo, do irmão Daniel Delaney.Obrigada. email: zalimadeira@hotmail.com

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    1. Já tentou na minhateca.com um lugar para o desejo? Quando não acho um livro no blog amoraosromance, procuro lá e geralmente encontro.

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  18. Boa noite sera que poderia pedir pra voce Mila ou uma das meninas me mandar por email o 5 livros a historia de daniel por favor ja li os 4 livros so me falta o do daniel nao consigo acher online se puder ja agradeço de coraçao. marisevp@live.com

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  19. Já li os três, mas o melhor é o do Ryan ..... Maravilhoso, recomendo todos.

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  20. A série é linda, mas não consigo engolir a explicação dos pais.

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